Políticos, músicos e ativistas de privacidade se reuniram na frente do Madison Square Garden para exigir limites mais rígidos na utilização de sistemas de vigilância biométrica em locais públicos.
Durante coletiva de imprensa, os participantes destacaram riscos como armazenamento de dados biométricos e possibilidade de vigilância em massa, especialmente em eventos esportivos e musicais lotados.
- A proposta busca proibir o uso não consentido de tecnologias de reconhecimento facial em espaços como o MSG.
- Os defensores argumentam que sistemas de monitoramento podem ser usados para identificar indivíduos sem justificativa legal clara.
- Existem preocupações sobre o histórico de armazenamento de dados biométricos por períodos indeterminados.
“Devemos garantir que a segurança pública não se torne uma justificativa para vigilância sem escrúpulos”, afirmou uma das vereadoras presentes.
O debate ocorre em meio a críticas crescentes a tecnologias de vigilância facial em espaços urbanos. Legisladores reconheceram a necessidade de equilibrar segurança e direitos civis em ambientes com alta concentração de pessoas.
Embora ainda não haja leis específicas sobre o tema em Nova York, a pressão política aumenta para regulamentar o uso dessas tecnologias em eventos de grande porte e locais públicos frequentados por milhares de cidadãos diariamente.